quinta-feira, 23 de outubro de 2008

aqui vai a poesia loca da modernidade, o erro da gramticalidade

Desde que fede
Sede que pede
Desce

No vinho tinto tripa
O trabalho dig-no dita
A viola toca a música imita

Bebe
Deleita
Trio electric fest
A fila longa
Nenhum policia na nossa casa
Ela ronda sem nada
Fito a fita que fica deixada aqui dentro estamos bratos
Fazemos a vida depressa sem os charutos
Baratos
Quando vamos jogar estas canonas for a?
Quando vamos pegar na nossa arma do primeiro chakra filo merda.
Viva aqui é a nossa casa.
E nós silenciamos altamente e cantamos juntos no deixa aqui a nossa morada, a casada comum interesse o schi raus. Aqui est hour ahause.

http://brejaubapoesias.ning.com/

sábado, 18 de outubro de 2008

sábado, 4 de outubro de 2008

outono

Outono

A pele da alma modifica como o tempo

Assim como as folhas das arvores.

O corazion fica arredio nas voadas

Musica solta ao vento

Os dias passam e a fantasia permanence

A noite vem e o sonho desvanece

A tristeza a gente bebe e a saudade respire

Idade metrica que amortiza

Iris go por mim

Oh, Iris griechische für mich

Oh deusa da beleza de jasmim.

Patocholli aí

Quem senta na casa do matadouro, nao deve jogar se a sorte. (Dio, o andante na cloaca da uni)